NOMES DOS PRIMEIROS AZILADOS DA RUA PEDRO AMÉRICO, ANOS 60 (SESSENTA), em Cajazeiras. Naquela época, jovens dessa rua e outras próximas à Praça do Espinho – Rua Padre José Tomas, Enéas Bezerra e Justino Bezerra, se reuniam nas noites para baterem papo, fofocar, contar histórias, estórias, piadas, lorotas e potocas. Durante o dia, alguns deles, ajudavam os pais em alguma atividade comercial, más, no horário da noite, se reuniam na extensão da Praça do Espinho, que era dividida em três canteiros com plantações de flores, sendo o cacto em maior quantidade, que deu origem ao nome da praça O primeiro canteiro, em frente ao Grêmio Artístico tinha dois bancos, más sem plantas. O segundo, em frente à casa de Zezinho Lacerda, tinha plantas. E o terceiro, com plantas, era em frente ao Grupo Escolar Dom Moisés Coelho. NOMES DOS PIONEIROS DOS AZILADOS DA MINHA RUA: Antônio MARCOS de dona Ester. TOINHO CALÇA PRETA de dona Jardilina. FRANCINALDO de dona Luzia. IVAN Cavalcanti de seu Agostinho; FRA...
A história de Maria Hernandes é uma história de resistência, repressão e tragédia que marcou profundamente a luta pela liberdade em Cuba, durante um período de intenso controle ideológico e militar. Embora não seja amplamente reconhecida em registros históricos formais, a narrativa de Maria Hernandes é simbólica de muitas histórias de pessoas que foram silenciadas sob regimes autoritários. Maria nasceu em uma pequena cidade cubana e cresceu em uma época em que as tensões políticas começavam a tomar conta da ilha. Desde jovem, ela era apaixonada por música e acreditava no poder da canção como uma forma de expressão e liberdade. Ela se envolveu com grupos de artistas que se reuniam clandestinamente para cantar e compartilhar ideias, muitas vezes desafiando o regime revolucionário de Fidel Castro e seus aliados. Em um contexto onde a liberdade de expressão era severamente restrita, Maria compôs uma canção que falava sobre o desejo das pessoas serem livres para pensar e falar o que sentiss...
A Tramontina passou de uma pequena ferraria a uma multinacional presente em mais de 120 países. Porém, nos anos 1930, a empresa esteve à beira da falência, e se não fosse a determinação de uma mulher, sua história de sucesso teria tomado outro rumo. Fundada em 1911 por Valentin Tramontina e sua esposa Elisa, a empresa começou fabricando ferraduras e prestando serviços de reparos para outras indústrias. Em 1925, Valentin iniciou a produção artesanal de canivetes com cabo de osso, marcando o início da atividade de cutelaria da Tramontina. Ele comandou a empresa até 1939, ano de sua morte. Após o falecimento de Valentin, foi sua esposa Elisa quem assumiu a gestão, indo pessoalmente aos mercados regionais e a Porto Alegre, capital gaúcha, para vender os produtos da fábrica. Em 1949, sob a liderança de Ivo Tramontina, filho de Valentin, e de Ruy J. Scomazzon, que se juntaram à sociedade, os negócios começaram a crescer. Investimentos em novas tecnologias e o início do processo de laminação ...
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